“Books are finite, sexual encounters are finite, but the desire to read and to fuck is infinite; it surpasses our own deaths, our fears, our hopes for peace.” ― Roberto Bolaño
terça-feira, 13 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
50-50
I’m all alone in this world, she said,
Ain’t got nobody to share my bed,
Ain’t got nobody to hold my hand—
The truth of the matter’s
I ain’t got no man.
Big Boy opened his mouth and said,
Trouble with you is
You ain’t got no head!
If you had a head and used your mind
You could have me with you
All the time.
She answered, Babe, what must I do?
He said, Share your bed— And your money, too.
Langston Hughes
Ain’t got nobody to share my bed,
Ain’t got nobody to hold my hand—
The truth of the matter’s
I ain’t got no man.
Big Boy opened his mouth and said,
Trouble with you is
You ain’t got no head!
If you had a head and used your mind
You could have me with you
All the time.
She answered, Babe, what must I do?
He said, Share your bed— And your money, too.
Langston Hughes
domingo, 11 de novembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
Um poema de João Luís Barreto Guimarães
este poema foi escrito ontem hoje não
vou escrever (na face nego sorrisos como
quem fecha janelas) hoje só preciso de
vou escrever (na face nego sorrisos como
quem fecha janelas) hoje só preciso de
mim (este poema é grátis: não está
incluído no preço do livro). hoje
não tocarei o corpo da Corona Four
incluído no preço do livro). hoje
não tocarei o corpo da Corona Four
uma ‘azerty’ americana já com uma certa
idade (ainda é das que escreve poesia a
preto e ranco) faz um mês que se perdeu
a tecla da letra « » só por isso não
idade (ainda é das que escreve poesia a
preto e ranco) faz um mês que se perdeu
a tecla da letra « » só por isso não
tenho escrito sobre o rilho dos teus
olhos. o meu copo está vazio (hoje
não é poedia) depois eu mando alguém
uscar as minhas palavras
olhos. o meu copo está vazio (hoje
não é poedia) depois eu mando alguém
uscar as minhas palavras
João Luís Barreto Guimarães, Poesia Reunida, Quetzal, 2011.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Pays en Abyme
Um país é considerado o território
físico de um Estado soberano ou de uma
menor ou antiga divisão política dentro
de uma região geográfica. Um país pode
coincidir com uma região geográfica e estar
associado a uma nação, linhagem, família,
cisterna, separação, caída, cal, aborto,
abismo, desgoverno.
Susana Araújo, Dívida Soberana, Mariposa Azual, 2012
físico de um Estado soberano ou de uma
menor ou antiga divisão política dentro
de uma região geográfica. Um país pode
coincidir com uma região geográfica e estar
associado a uma nação, linhagem, família,
cisterna, separação, caída, cal, aborto,
abismo, desgoverno.
Susana Araújo, Dívida Soberana, Mariposa Azual, 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
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